RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

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RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

Os termos recuperação, reabilitação e restauração vêm sendo utilizados e, de maneira geral, referem-se ao processo inverso à degradação. A recuperação é o processo de reparação dos recursos
em uma área, suficiente para o restabelecimento das espécies naturais da região, em composição e frequência (GRIFFITH, 1986).



A reabilitação é o retorno de uma área degradada a um estado
biológico apropriado, mesmo que não resulte na utilização da área para a produção a longo prazo, visando a recreação ou a valorização estética e ecológica, por exemplo (MAJER, 1989). A restauração é um processo de retorno ao estado original da área, antes da degradação, em termos de fauna, vegetação, topografia, solo, hidrologia, entre outros, o que representa um objetivo praticamente inatingível (TAVARES, 2008).
 



A restauração de ecossistemas degradados depende de conhecimento em diversas áreas, especialmente na reconstituição de sua estrutura e da dinâmica das comunidades que estão presentes no mesmo (ALMEIDA, 2000). 



Referências

GRIFFITH, J. J. Recuperação de áreas degradadas em unidades de conservação. Viçosa: UFV,
1986.


MAJER, J. D. Fauna studies and land reclamation technology: review of the history and need for
such studies. In: MAJER, J. D.
Animals in primary succession: the role of fauna in reclaimed
lands. London: Cambridge University Press, 1989. p.3-33.


TAVARES, S. R. L. Àreas degradadas: conceitos e caracterização do problema. In: TAVARES, S.
R. L.
Curso de recuperação de áreas degradadas: a visão da ciência do solo no contexto do
diagnóstico, manejo, indicadores de monitoramento e estratégias de recuperação. Rio de Janeiro:
Embrapa Solos, 2008. 228p.


ALMEIDA, D. S. Recuperação ambiental da mata atlântica. Ilhéus: Editus, 2000. 130p.

 

 

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